quarta-feira, 22 de julho de 2015

Mais um dia!

E o riso, frouxo, se enjaulou. Aquele brilho no olhar apagou. O amor estancou.

Mas a dor, pulsante (capaz de derrubar um elefante!), sem dificuldades dominou. E reinou em terras que antes se cultivava um futuro brilhante!

E aí as cores ficaram fracas. As luzes se acenderam baixas. O mundo se transformou em cinza! Meu coração ganhou feridas opacas, doídas, malditas... Como dói!

Para!

Meu jardim se encheu de praga! Como se tivesse sido regado com mágoa, como se tivesse sido atingido por mau olhado, mau agouro, por azar! Muito azar! Muita falta de sorte! Ou sol!

E esse vazio não cala! Esse latejar não para! Perdi o meu amor e essa dor não sara! E tem cheiro de Raquel no meu lençol!


3 comentários:

  1. Se há doer, há a respeito o que aprender.
    GK

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  2. Saudades sempre...saudades eternamente.

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  3. é o processo de admitir aos poucos a realidade de perda e integrar a lembrança de quem já se foi, graças ao qual o vínculo irá sempre perdurar, apesar da ausência.

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