sexta-feira, 21 de julho de 2017

Fim d'era

Dois anos de blog.

459 posts.

Muito choro, muita dor, muitas lembranças impressas nesse cantinho virtual.

Acabou.

Acabamos.




sexta-feira, 14 de julho de 2017

Dois anos sem tu, bicha

Raqueli, me sinto rê* de ficar choramingando sabendo que você me escuta (e me consola, à sua maneira, do jeito que dá!).

E hoje faz dois anos que a gente não se vê, e como parte do calendário eu posto isso.

Num tom diferente daquele usado em outras vezes.

Porque hoje eu sei mais do que sabia no 14 de julho passado. E sei menos do que saberei no próximo, então...

Sem mais delongas, me despeço da tristeza que me cercou nesses últimos dois anos.

Chegou o momento (esse momento, o meu momento, o seu, o nosso momento) de deixarmos claro que superamos, e de assumirmos que a mudança é muito mais sutil do que achávamos.

Sinto sua falta aqui do meu lado, sempre com esses olhos tão redondos e com suas conversas tão fantásticas, mas sou grata por te ter. Ainda.

Porque te terei mesmo quando você estiver de novo aqui, de outro jeito, com outra forma, com outro nome.

Porque o nosso elo é o nosso elo, e nada rompe essa ligação.

Te levarei comigo por onde quer que eu voe.

Com amor (e sorte e sol),

Alice.


* rê = ridícula  (no nosso vocabulário especial)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

Evolução

O progresso é visível quando se olha para trás  (ou quando folheio minhas anotações).


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Livre-se

Vício.

Cinco letras que aprisionam.

Quase sempre que penso em vício, penso em cigarro.

Só quem já parou de fumar sabe como é difícil se livrar do vício do cigarro.

Porque não é “só” largar o cigarro. Não é apenas a incontinência da química, ou o mau humor que isso acarreta.

Largar um vício implica em muitas modificações que temos que fazer.

Mudanças na rotina, desde a hora que acorda até o momento de dormir.

É o café sem aquele acompanhamento, é o almoço sem a sobremesa, é a ausência dos tragos na tarde que se arrasta.

Parar de fumar é quase se ressignificar. Porque fazer algo durante um determinado tempo leva a gente a acreditar que nós somos aquilo.

Não somos!

Somos mais que um vício.

Por sorte!

Mas meu assunto nem é o cigarro.

O vício que quero falar hoje é ainda mais tóxico e causa ainda mais dependência e estragos do que a nicotina.

Quero falar de pensamentos.

Aqueles que praticamente vivem dentro da gente há tanto tempo que a gente quase acredita que é aquilo.

Os pensamentos pessimistas, os negativos, os depreciativos, os céticos, os derrotistas...

Muitas vezes nem precisa de um gatilho e, pá, lá vem ele azucrinar. E a gente se deixa levar porque, ah, o que se pode fazer? “O pensamento veio, deixa ele”.

Largar esse tipo de pensamento é tal qual largar uma dependência química. Porque mesmo sem perceber a gente está fadado a se viciar neles. E eles nem dão barato...!

Na verdade a brisa é justamente se desvencilhar deles. Afastá-los assim que se percebe sua aproximação.

Não tô dizendo que é fácil; tampouco disse que foi fácil meu processo de largar o cigarro (duas vezes).

O que quero dizer é que se é possível largar o cigarro (e esta vem sendo uma teoria bastante popular na minha cabeça) é possível fazer qualquer outra coisa. Inclusive parar de pensar.

Todo dia é dia de fazer uma mudança na nossa vida. Toda mudança é uma chance da gente se melhorar. E esse é o meu testemunho de como me sinto livre por conseguir afastar os pensamentos que têm como objetivo, quase sempre, me levar à lona, à derrota.

É uma vigília constante que faço, são muitas mudanças que me vejo forçada a fazer, minuto a minuto, mas que têm como resultado uma paz de espírito que até bem recentemente eu desconhecia.

Recomendo! É de graça!






Degrau por degrau

A evolução é uma escada que sobe.


domingo, 9 de julho de 2017

Aniversário (?)

Eu sei que é bobagem ficar triste  (no sentido de que não vai mudar nada), sei também que tudo é provisório e tudo é passageiro.

Eu sei que o ego nos distrai, que as encarnações nos confundem, e que no fim das contas voltamos pra onde viemos, nos integrando e assimilando tudo o que hoje parece descabido.

Eu sei que nada é por acaso, que tudo tem o seu tempo e que as coisas não são em vão. Eu sei!

Mas saber não me impede dessa vontade de comer bolo hoje e te ver fazer 30.

Na verdade o saber vale mais para dias comuns; hoje é dia 9 de julho.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Démodé

A dualidade existe dentro e fora de nós.

(Isso é tão terceira dimensão!!)


terça-feira, 4 de julho de 2017

sábado, 1 de julho de 2017

11h11

Estava eu a fazer meus agradecimentos, com a visão não necessariamente focada em algo, quando um movimento fora da janela me chamou a atenção.

Era um fio de cabelo.

Voando para cima.


A história é essa!

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Último de junho

Gratidão!

Gratidão pelo mantra!

Gratidão pela concentração!

Gratidão pelo dia!

Gratidão pela energia!

Gratidão!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Não há regras

Eu tinha escrito um texto pra hoje, mas achei que ele tava muito triste, então decidi reescrever.

Não que agora eu vá escrever algo muito diferente, mas vou tentar usar outro tom. Porque eu sempre leio meu blog e alguns textos me deixam tão triste quanto no dia em que foram produzidos. E esse seria mais um desses.

Hoje é dia 14, mais um dia 14 na minha vida, uma vida sem Raquel. Daqui um mês serão dois anos sem ela.

Eu tinha no começo uma pequena curiosidade em saber como seria a vida sem ela, e é exatamente como pensei que seria: sem ela.

Não posso dizer que é sem cor porque não fiquei daltônica, só depressiva, mas é fato que o colorido dela eu não vejo mais. E ela tinha as cores mais incríveis e brilhantes eu já vi!

Não posso dizer que é chata porque nesse período conheci pessoas tão especiais que dizer isso soaria errado. Mas sinto falta de falar disso com ela - sobre pessoas, principalmente. Porque ela sempre associava as pessoas a coisas, ou nomes, e isso transformava o mundo e a sociedade à nossa volta.

Raquel tinha mania de decorar números inventando histórias, e de incrementar os nomes das pessoas que conhecíamos com suas características. E isso era muito divertido. E muito nosso.

E é basicamente disso que mais sinto falta: de tudo. Dela. De nós.

E aí percebo que posso reescrever isso mil vezes, e nas mil vezes soarei triste.



segunda-feira, 12 de junho de 2017

Sessão da tarde

Sempre achei uma brisa o dilema de Peter Pan e sua sombra. Isso sempre despertou um milhão de pensamentos dentro de mim, desde pequena. Afinal, como era possível que ele perdesse parte de si?

Eu me perguntava o que a sombra fazia longe dele, e o que ele próprio fazia, perto da luz, estando sem ela. Me questionava até se seria passível de dor esse tipo de ausência – ou a sua reconstrução.

Sentia dó de Peter Pan sem a sua sombra, mas o alívio era pouco quando ele enfim voltava a tê-la. Porque era apenas uma sombra, afinal.

Uma brisa, como eu disse.

Em uma das minhas maiores crises existenciais, aos vinte e poucos anos, escrevi uma carta me questionando quem eu era, de verdade, em essência. E, por sorte, e com luz, eu recebi essa resposta: eu sou, aqui, o conjunto de todas as alices que me formam.

Eu sou o resultado de mim mesma.

Goste eu ou não.

Nessa descoberta eu costurei de volta partes de mim que vagavam soltas – tipo a sombra do Peter Pan. E desde então venho cuidando desse conjunto, dessa colcha de retalhos. Porque me aterroriza um pouco pensar em alicinhas soltas, sem mim.

No fundo eu sempre soube que esse merecimento não foi à toa; nada é de graça, sabemos disso.

Eu precisei me costurar pra saber a importância disso, pra ter condições de mensurar a verdadeira perda quando eventualmente arestas de mim ficam soltas. Hoje sei que foi uma espécie de preparação. Eu me preparei pra poder lidar comigo mesma no futuro.

Os últimos três anos foram de uma loucura inimaginável pra mim. Começou com o medo de perder a Raquel quando ela ficou doente, passou pelo medo da solidão depois que ela morreu, até chegar ao medo de ter de levar adiante uma vida sem ela.

O medo me anestesiou da dor, em partes, mas me sedou também de mim mesma.

E a Alice desse período meio que vagou, tipo a sombra do Peter Pan. Com vontade própria, é verdade, mas apenas uma sombra.

Eu a deixei longe de mim porque perto ela me fazia mal, me deixava triste.

Mas chega uma hora que a história fica tão repetitiva e maçante que é preciso virar a página (mesmo, e principalmente, quando se tem a impressão de que o resto da história perdeu o interesse).

Minha sombra é tão somente uma sombra, mas ela reflete o que eu sou. E eu não posso negar isso ou fechar os olhos para esse fato. Tampouco posso deixa-la por aí, sozinha. Porque o Capitão Gancho da vida real é muito perigoso e ardiloso, e se alimenta justamente das sombras.

Reconstruir a mim mesma usando a minha sombra, reacoplando a mim a alice mais triste e miserável que já existiu não é uma tarefa simples. Mas ela também sou eu, e só posso seguir adiante quando aceitar isso.

Já tive um milhão de recomeços. Mais da metade se deu depois que perdi minha lanterninha. Mas agora é diferente porque só agora consigo enxergar a continuação (da minha história e de mim mesma). E só agora aceito minha sombra de volta. 

O que significa que só agora consigo crescer. E sair da Terra do Nunca.

Eu posso voar!



quarta-feira, 7 de junho de 2017

terça-feira, 6 de junho de 2017

Inimig(a)miga

Ela pode ser a sua melhor amiga, sua maior confidente, sua parceira pra todas as horas.

Pode te dar ótimos conselhos e perfeitos consolos. Muitas vezes sem que você nem precise pedir. Porque ela conhece você, seu íntimo, seus pensamentos mais secretos.

Ela pode se mostrar disponível pra você, e somente pra você, te dando uma sensação de conforto que, sim, só ela é capaz de oferecer.

Dias de chuva? Melhor companhia. Dias de sol? Ela praticamente te puxa pela mão e te leva lá pra fora.

E tudo é perfeito com ela: um filme com pipoca, uma soneca depois do almoço, um por do sol com o céu colorido.

Ela é incrível.

Desde que...

Desde que ela queira.

Porque ela é incrível quando (e somente quando) quer, e isso independe do seu querer. Porque muitas vezes não é preciso que nada (ao menos não aparentemente) aconteça e ela vira um demonho.

Perde as cores, muda o tom.

E você se vê refém de uma amargurada mente, que só ressalta o que é cinza, o que é ruim.

Esqueça as boas lembranças! Até porque ela vai impedir que você as lembre. E esse impedimento vem em forma de avalanche. Aquele tipo de avalanche que reúne seus piores pensamentos, suas maiores culpas, seus principais arrependimentos.

E pra quem você pede socorro, quando sua mente deixa de ser sua bff?

Rezar não adianta; dormir é impossível.

Às vezes a dominação é tanta que (aqui você preenche com o que te aflige nessas horas).

Eu sinto raiva.

E o coração acelera, a respiração fica curta. E nos momentos de lucidez eu penso "essa não sou eu".

E não sou mesmo. Essa é a minha mente. Minha linda e malvada mente, que ora me nina, ora me chacina.

Ainda não tenho a fórmula pra dominar, pra me dominar. Porque é tudo tão intenso que em muitas ocasiões me sinto refém, me sinto dominada e acuada.

Mas aprendi que o segredo está naqueles momentos que a mente é amiga. Sabendo não se apegar a ela fica mais fácil se desapegar quando ela vira monstro.

A gente cresce achando que nossa mente é a gente e por isso se sente frustrado.

Mas a mente é só uma distração, um passatempo engenhoso.

Ela mente e isso por si só já explica muita coisa.



Não se deixe levar! Fique, mas fique consciente!


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Bloqueio junino

Desde que o mês começou todas as vezes que me propus escrever algo para o blog fui duramente bloqueada.

Pela pessoa mais influente possível.

Eu mesma.


E agora tenho medo de não escrever nada que preste até agosto.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Caridade

Caridade vem do latim carítas e significa afeto, amor. A palavra tem origem num vocábulo grego, chàras, que significa graça. 



terça-feira, 30 de maio de 2017

Diante dos olhos

Existe uma história, com toques de lenda, que conta da chegada dos desbravadores colonizadores às terras habitadas por índios.

As fontes são múltiplas e a origem dos personagens varia de acordo com quem está contando a história, então nem vou me ater a esses detalhes.

A mensagem é incrível, e vem rondando a minha cabeça há dias.

E ela conta que quando os colonizadores chegaram os índios não perceberam. Não viram as gigantescas embarcações no mar.

Os índios sempre tiveram farto conhecimento acerca da natureza; suas plantas e animais, o céu e as estrelas. 

Mas não conseguiram enxergar as naus abarrotadas de uma cultura diferente da deles simplesmente porque eles nunca haviam visto nada do tipo.

Só notaram a aproximação quando perceberam que a padronagem do mar estava diferente. As ondulações eram estranhas. E aí viram, enxergaram as embarcações.


Reflita.


Dualidade

A luz torna a escuridão mais visível. 



segunda-feira, 29 de maio de 2017

sexta-feira, 26 de maio de 2017

HQQC #1 - No banho

Aprendi a tomar banho no dia que soube o que era ironia.



Acho que eu tinha uns três anos. Tava na escola, me preparando pro lanche.

Fui mostrar pra uma amiguinha como fazer bastante espuma com o sabonete.

Uma professora me chamou a atenção, falando que era pra lavar a mão, não tomar banho.

Achei engraçado, mas notei que ela falava sério.

Até hoje eu tomo banho que nem criança.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Devaneios na conversa alheia

“Aproveita que ele tá de bom humor”.

Não sei quem é ele. Nem como costuma ser o seu humor.

Mas ouvi essa frase no meio da conversa de duas pessoas na rua e comecei a refletir.

Nós somos muito chatos!

Eu entendo que muitas coisas na vida nos forçam e nos empurram para o abismo do mau humor, sei que muitos imprevistos nos tiram o sono (e não dormir devidamente causa mau humor), sei também que há muita gente chata que afeta nosso humor (basta existir).

Mas há várias coisas que são inerentes à nossa própria vida, a nós mesmos. E isso inclui o humor (partindo do princípio de que não se evita os acontecimentos, mas escolhe-se como lidar com eles).

Que coisa chata ter que aproveitar o humor do outro para conseguir algo – muitas vezes, o diálogo.

Ou, melhor dizendo, que coisa chata que os outros tenham que depender de como estamos para conseguirem algo, por exemplo, o diálogo.

(Vou falar em primeira pessoa pra não parecer que estou me referindo a alguém especificamente)

Eu tenho os meus motivos para ficar de mau humor. Muita coisa não é como eu queria, muitas outras aconteceram sem a minha vontade, às vezes tenho que me relacionar com pessoas que não gosto, mas sou obrigada.

Mas se eu me fecho, de bico, eu me bloqueio pro que é ruim, mas também pro que é bom.

Imagine que as nossas frequências energéticas (que incluem o humor) são como as pistas de corrida (aquelas oficiais, que não se pode mudar de faixa). A partir do momento que eu corro na pista do mau humor, quem tá nas outras pistas não consegue me acessar.

Considerando que a vida não é uma corrida, e que a meta é justamente passearmos entre uma pista e outra, se fechar na redoma do mau humor é se fechar para a convivência.

E não vale dizer que a convivência é uma das causas do mau humor, porque a convivência, na verdade, é um dos motivos para estarmos aqui, em vida.

O que eu quero dizer com tudo isso é:

1. observe-se. Observe seu humor, sua energia.

2. você não precisa se prender em uma frequência vibratória, principalmente as menos elevadas.

3. o mau humor te impede de viver muita coisa legal.

4. tem muita gente chata por aí; não seja mais uma.

5. ouvir a conversa dos outros desperta mil pensamentos.



terça-feira, 23 de maio de 2017

Meu poder

Eu nada posso fazer se você não gosta de mim.

Não no sentido de interferir no seu livre-arbítrio.

Não gosta, não gosta, ué.

Mas eu posso fazer muito em relação ao fato de você não gostar de mim.

Muito, no sentido de lidar com isso. Da melhor maneira possível.



terça-feira, 16 de maio de 2017

Yin e Yang

"... uma coisa só pode se modificar inicialmente devido a causas internas e posteriormente a causas externas, ou seja, uma mudança ocorre somente quando as condições internas estiverem amadurecidas, no ponto certo. Assim sendo, Yin e Yang não são definições, mas um método para se definir mudanças..."!


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Sigo escrevendo

Me propus a fazer, durante o mês de maio, um post por dia.

Meio do mês e eu já quero desistir.


domingo, 14 de maio de 2017

1.10 ano

As mudanças acontecem de dentro pra fora.

Não sou eu quem diz isso, mas nem por isso deixo de me apropriar dessa frase que rotula uma grande verdade.

Eu sou testemunha ocular.

Vi minha vida ser revirada de cabeça pra baixo, pro lado do avesso.

Me recolhi.

Me transformei.

Ainda não sou quem eu almejo ser. Ainda não conquistei a paz que sei que existe dentro de mim. Ainda não cheguei naquele ponto específico que desejo pra minha vida.

Mas me metamorfoseei.

E sou grata por isso; por mim, pela minha força, pela minha possibilidade de evoluir.

E grata porque a dor hoje é saudade. 


sexta-feira, 12 de maio de 2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Quais são suas dúvidas?

Os seus questionamentos dizem muito mais do que as respostas.


Escute o céu

A lua de hoje, lua cheia, vai abrir muitos caminhos!

Li a respeito de muitos encantos e até um festival que acontece hoje em razão da lua cheia.

Resumindo: ela vai estar babado.

Começa às 18h40!

Não perca!


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Leitura obrigatória

E quando me demoro a ir atrás,

ou quando meus estudos são muito focados (ou demasiadamente específicos),

a vida me manda seus recados.

E eles vêm em pichações, em posts das redes sociais ou (e principalmente, em grande quantidade) em TCCs que reviso.




Diz o texto: "segundo Weil (1995), o modo como percebemos o mundo vai depender do estado de consciência no qual estamos operando".



#sense8

Netflix e eu: um caso de amor!


sábado, 6 de maio de 2017

sexta-feira, 5 de maio de 2017

quinta-feira, 4 de maio de 2017

"Minha voz continua a mesma..."

Pintei o cabelo.

Não fazia isso desde 2014, quando descobrimos a doença.

Quis mostrar minha solidariedade dessa forma, já que a Raquel se opôs (veementemente) que eu também raspasse a cabeça. Ela dizia que bastava uma careca.

(na verdade ela falava "basta uma feia", mas me recuso a registrar isso nesse post porque ela ficou linda careca! Mas parece meio errado eu achar isso)

Depois que tudo aconteceu não pintei o cabelo por relaxo; não sei se depressão justifica!

Mas não senti vontade, e cortei só uma vez, me arrependendo na sequência (não foi num salão e acho que eu tinha bebido!).

Um cabeleireiro só foi encostar nas minhas madeixas no final do ano passado. Me senti tão leve, por tudo, que até chorei.

E aquilo já me pareceu o suficiente, como se o tempo não fosse fazer os fios crescerem novamente, ou como se o branco não fosse tomar conta da cabeça desordenadamente.

Foi o que aconteceu.

E mesmo eu me sentindo mais firme ultimamente, não tive aquele ímpeto de "vou me cuidar".

E não teria, acho, por muito tempo se não fosse uma pessoa de nome Mariana. Minha irmã.

Minha irmã cuidou de mim desde o início, indo às vezes pro hospital pra se certificar como eu tava. Se não ia (minha sobrinha era pequena na época), me ligava pra saber se eu tava bem, se tinha comido, se tava dormindo.

Foi ela quem mais insistiu pra eu sair de São Paulo, do apartamento que me sufocava, e foi ela quem mais me deu palavras de consolo depois que voltei pra casa do meu pai.

Minha irmã me deu até um novo sobrinho, meu afilhado, e gosto de acreditar que ele é meu presente (bem gordo e barulhentinho!). Um pacotinho que me fez mais feliz desde o primeiro minuto.

Com ótimos argumentos e com um poder de persuasão incontestável, minha irmã me deu dicas de cuidado, saúde, beleza e moda (rs).

E pensa que ela insistiu muito pra me arrumar?

Que nada.

Ela mesma pintou meu cabelo, minutos depois de me ajudar a escolher a cor da tinta (tinta, aliás, que ainda nem paguei!).

Ela me levou no salão ("na esquina do posto") pra eu dar um jeito em mim. O corte foi ela que escolheu.

Não satisfeita, Mariana me deu uma limpeza de pele (a primeira da minha vida) e me marcou num check in do facebbok lá no Starbucks.

E aí parece que do dia pra noite eu fiquei diferente.

E fiquei mesmo!

Agora trago estampado no rosto (e no cabelo) o fato de que tenho uma irmã querida que me ama!

Grata, ermã!



quarta-feira, 3 de maio de 2017

Minhas novas mãos de velha

Foi de um dia para o outro; um acúmulo de 34 anos.

De hoje para sempre.


Faz dias que venho olhando pras minhas mãos, em sofrimento.

"Estou velha, estou velha".

Mas as manchas senis que surgiram nessa mão esquerda eram, na verdade, queimadura de limão.

Sobre o altruismo

Compadeça da dor do outro, mas não lhe tome as dores para si!

Carregar os seus problemas já é tarefa mais do que suficiente para uma vida inteira!

Ser altruísta não significa sofrer pelos outros.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Prática do dia

Nada nunca vai justificar animosidades que pratique contra você mesmo.

Somos feitos de amor, e é amor que deve permear os seus dias.

Ame-se, e se der, ame-se mais!


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Eu, hoje

Não posso mudar quem eu fui.

Já foi, já fui.

Ciente disso altero quem vou ser muito em breve.

Vive hoje a Alice de amanhã.


domingo, 30 de abril de 2017

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Somos barco, mar e farol

Somos todos missionários.

Mas seres de luz, antes de tudo!

E nosso grau de iluminação é tanto que temos o poder, e a liberdade, de escolher desde onde vamos nascer, com quem vamos conviver, até a ciência de quais são os pontos frouxos que precisam de atenção em vida, às aparas que necessitam de cuidados, os nós que devem ser desfeitos.

Não é obra do acaso que este nasça rico e aquele pobre; que este seja assim e o outro assado.

Nós escolhemos (num nível de livre-arbítrio que beira a incompreensão).

Calma e tranquilamente, somos nós que definimos.

Nós somos o que definimos!

Somos nós os senhores dos nossos próprios destinos.

E é tudo tão maravilhosamente arquitetado que temos a graça de vivenciar todas (todas!) as maneiras de viver.

Você é do jeito que é hoje, agora, mas não foi sempre assim. Você apenas está assim.

Não é questão meramente de sorte, portanto, quando eventualmente a grama do vizinho é mais verde. E vale ressaltar que em muitos casos temos essa impressão nos atendo unicamente às aparências, sem nos darmos conta das pragas e ervas daninhas que afetam o jardim do outro.

(nossos olhos muitas vezes nos traem!)

Como diz a música, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Só a gente sabe onde aperta o calo dentro de nossos sapatos.

Mas, oh, mesmo tão iluminados, e dotados de tanta sabedoria, e responsáveis pelos nossos passos, aparentemente basta que o jogo comece para que a mesquinhez se apresente. E daí nos perdemos em nossos egos, e nos afogamos em nossas vaidades, enquanto sentamos em cima de nossos rabos pra observar (e julgar, muito) as atitudes do coleguinha.

E aí o que deveria ser divino (literalmente!) se transforma em um inferno aparentemente sem fim.

Hipnotizados, embriagados por pensamentos muitas vezes incorretos, esquecemos daquilo que realmente importa nessa vida: nós mesmos.

Somos todos missionários.

Mas seres de luz, antes de tudo!

E não deveríamos, principalmente depois de tomar conhecimento disso tudo, deixar que a rotina conduzisse nossos pensamentos, palavras e atos.

Porque a vida é, sim, um barquinho que ora navega por águas calmas e cristalinas, ora enfrenta terríveis tempestades. Mas não é (e é preciso lembrar disso constantemente) um barco à deriva.

“Segura o leme, marinheiro”! Não se atraque! Deixe o que já foi, ir; deixe que o que vier, venha.

Não se distraia quando eventualmente a correnteza não estiver favorável, ou porque outros barcos navegam por outros mares.

Atente-se ao seu rumo, endireite a sua proa, e divirta-se!

A viagem deve (e precisa!) ser agradável!

Tudo à sua volta é pra você!

É tudo seu!

Desfrute!

E seja feliz!



quarta-feira, 26 de abril de 2017

Seja feliz

Aproveite sua vida!

Aproveite-a hoje!, agora!

Divirta-se à sua maneira: faça o que gosta, fique perto de quem (te) ama!

Mas não faça isso apenas pensando que amanhã tudo estará diferente; faça porque é hoje que você cria suas memórias! E hoje é um ótimo dia para ser feliz!


terça-feira, 25 de abril de 2017

Dialogo

"Como pode se irritar com as pessoas?", perguntou-lhe a Consciência, "se você é gente como toda a gente?"

"Somos todos um. Acaso não gostas de ti?", insistiu.

Alice ponderou, concordou, e passou a se esforçar para amar mais, sincera e indiscriminadamente.