domingo, 30 de abril de 2017

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Somos barco, mar e farol

Somos todos missionários.

Mas seres de luz, antes de tudo!

E nosso grau de iluminação é tanto que temos o poder, e a liberdade, de escolher desde onde vamos nascer, com quem vamos conviver, até a ciência de quais são os pontos frouxos que precisam de atenção em vida, às aparas que necessitam de cuidados, os nós que devem ser desfeitos.

Não é obra do acaso que este nasça rico e aquele pobre; que este seja assim e o outro assado.

Nós escolhemos (num nível de livre-arbítrio que beira a incompreensão).

Calma e tranquilamente, somos nós que definimos.

Nós somos o que definimos!

Somos nós os senhores dos nossos próprios destinos.

E é tudo tão maravilhosamente arquitetado que temos a graça de vivenciar todas (todas!) as maneiras de viver.

Você é do jeito que é hoje, agora, mas não foi sempre assim. Você apenas está assim.

Não é questão meramente de sorte, portanto, quando eventualmente a grama do vizinho é mais verde. E vale ressaltar que em muitos casos temos essa impressão nos atendo unicamente às aparências, sem nos darmos conta das pragas e ervas daninhas que afetam o jardim do outro.

(nossos olhos muitas vezes nos traem!)

Como diz a música, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Só a gente sabe onde aperta o calo dentro de nossos sapatos.

Mas, oh, mesmo tão iluminados, e dotados de tanta sabedoria, e responsáveis pelos nossos passos, aparentemente basta que o jogo comece para que a mesquinhez se apresente. E daí nos perdemos em nossos egos, e nos afogamos em nossas vaidades, enquanto sentamos em cima de nossos rabos pra observar (e julgar, muito) as atitudes do coleguinha.

E aí o que deveria ser divino (literalmente!) se transforma em um inferno aparentemente sem fim.

Hipnotizados, embriagados por pensamentos muitas vezes incorretos, esquecemos daquilo que realmente importa nessa vida: nós mesmos.

Somos todos missionários.

Mas seres de luz, antes de tudo!

E não deveríamos, principalmente depois de tomar conhecimento disso tudo, deixar que a rotina conduzisse nossos pensamentos, palavras e atos.

Porque a vida é, sim, um barquinho que ora navega por águas calmas e cristalinas, ora enfrenta terríveis tempestades. Mas não é (e é preciso lembrar disso constantemente) um barco à deriva.

“Segura o leme, marinheiro”! Não se atraque! Deixe o que já foi, ir; deixe que o que vier, venha.

Não se distraia quando eventualmente a correnteza não estiver favorável, ou porque outros barcos navegam por outros mares.

Atente-se ao seu rumo, endireite a sua proa, e divirta-se!

A viagem deve (e precisa!) ser agradável!

Tudo à sua volta é pra você!

É tudo seu!

Desfrute!

E seja feliz!



quarta-feira, 26 de abril de 2017

Seja feliz

Aproveite sua vida!

Aproveite-a hoje!, agora!

Divirta-se à sua maneira: faça o que gosta, fique perto de quem (te) ama!

Mas não faça isso apenas pensando que amanhã tudo estará diferente; faça porque é hoje que você cria suas memórias! E hoje é um ótimo dia para ser feliz!


terça-feira, 25 de abril de 2017

Dialogo

"Como pode se irritar com as pessoas?", perguntou-lhe a Consciência, "se você é gente como toda a gente?"

"Somos todos um. Acaso não gostas de ti?", insistiu.

Alice ponderou, concordou, e passou a se esforçar para amar mais, sincera e indiscriminadamente.


quinta-feira, 13 de abril de 2017

Post para Joana

Acabei de descobrir que a amiga de uma amiga da Raquel, que tava com câncer, morreu.

Já faz dias, mas descobri só hoje (porque tinha bloqueado ela das redes sociais assim que vi que ela tava doente - achei demais acompanhar a sua luta).

Essa moça foi a primeira a nos visitar quando nos mudamos pro Brás, junto com a então namorada dela.

Não tínhamos nada, ainda, só um tapete listrado que a Raquel tinha ganhado já nem me lembro mais de quem.

Naquela noite nos sentamos no chão, bebemos vinho e uma das taças virou no tapete.

Eu confesso que fiquei bastante chateada, mesmo sendo uma bobagem. Era só um tapete, afinal de contas.

A mancha ficou, o tapete mofou e as duas partiram.

E cá estamos.

Quantas vezes a gente gasta tempo com manchas, quando na verdade deveríamos nos ater ao vinho que sobra no copo?


terça-feira, 11 de abril de 2017

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Apometria

É muito excitante poder descobrir quem se é de verdade!

É muito merecimento!


sábado, 8 de abril de 2017

sexta-feira, 7 de abril de 2017

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Paciência é amor

Considerando toda a nossa história de evolução (o que já alcançamos e o que ainda falta alcançarmos), "paciência" é muito de Deus!


terça-feira, 4 de abril de 2017

O sonho que sonhei

Morei no Mato Grosso uma vez. Parece que foi ontem, mas este ano completo dez anos dessa jornada/aventura.

Fui pra lá sozinha, porque a vida me levou, mas hoje sei que foi porque era exatamente aquela cidadezinha no norte do estado que eu precisava ter no meu caminho. E precisava ir parar lá sozinha, porque somente estando sozinha eu poderia me encontrar!

Lembro que ria quando pensava que estar ali era muito “a minha cara”. E era mesmo!

Eu usava um chapéu, ia pro trabalho com uma bicicleta azul, vivia descalça e tomava banho de rio. E estava cercada de pessoas de bom coração (e o meu coração se aquece sempre que me lembro dessa gente, tão especial!).

Do mesmo jeito que fui, voltei. Mais florida, eu acreditava, sem perceber que até mesmo meu jardim interno sofre as influências do tempo (e do passar dele).

Passados dez anos me vejo em goteiras. Pensava estar blindada, e talvez exatamente por isso os eventos que surgiram no meu caminhar me infiltraram tanto.

Essa noite sonhei com amigos queridos. Provavelmente já havia encontrado com alguns deles em sonhos passados, mas o que vivi enquanto dormia hoje continua ecoando dentro de mim com bastante força e vigor.

Nos abraçamos muito, envoltos em amor e carinho. Eu senti os abraços! E o amor! E o carinho! E ainda sinto, agora, mesmo desperta!

Um amigo muito querido consertou o telhado do meu quarto nesse sonho. Ele pingava incessantemente. E eu me senti tão bem cuidada que amanheci com menos impressão de ter telhas de vidro.

Eu não estou sozinha!