sexta-feira, 14 de julho de 2017

Dois anos sem tu, bicha

Raqueli, me sinto rê* de ficar choramingando sabendo que você me escuta (e me consola, à sua maneira, do jeito que dá!).

E hoje faz dois anos que a gente não se vê, e como parte do calendário eu posto isso.

Num tom diferente daquele usado em outras vezes.

Porque hoje eu sei mais do que sabia no 14 de julho passado. E sei menos do que saberei no próximo, então...

Sem mais delongas, me despeço da tristeza que me cercou nesses últimos dois anos.

Chegou o momento (esse momento, o meu momento, o seu, o nosso momento) de deixarmos claro que superamos, e de assumirmos que a mudança é muito mais sutil do que achávamos.

Sinto sua falta aqui do meu lado, sempre com esses olhos tão redondos e com suas conversas tão fantásticas, mas sou grata por te ter. Ainda.

Porque te terei mesmo quando você estiver de novo aqui, de outro jeito, com outra forma, com outro nome.

Porque o nosso elo é o nosso elo, e nada rompe essa ligação.

Te levarei comigo por onde quer que eu voe.

Com amor (e sorte e sol),

Alice.


* rê = ridícula  (no nosso vocabulário especial)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

Evolução

O progresso é visível quando se olha para trás  (ou quando folheio minhas anotações).


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Livre-se

Vício.

Cinco letras que aprisionam.

Quase sempre que penso em vício, penso em cigarro.

Só quem já parou de fumar sabe como é difícil se livrar do vício do cigarro.

Porque não é “só” largar o cigarro. Não é apenas a incontinência da química, ou o mau humor que isso acarreta.

Largar um vício implica em muitas modificações que temos que fazer.

Mudanças na rotina, desde a hora que acorda até o momento de dormir.

É o café sem aquele acompanhamento, é o almoço sem a sobremesa, é a ausência dos tragos na tarde que se arrasta.

Parar de fumar é quase se ressignificar. Porque fazer algo durante um determinado tempo leva a gente a acreditar que nós somos aquilo.

Não somos!

Somos mais que um vício.

Por sorte!

Mas meu assunto nem é o cigarro.

O vício que quero falar hoje é ainda mais tóxico e causa ainda mais dependência e estragos do que a nicotina.

Quero falar de pensamentos.

Aqueles que praticamente vivem dentro da gente há tanto tempo que a gente quase acredita que é aquilo.

Os pensamentos pessimistas, os negativos, os depreciativos, os céticos, os derrotistas...

Muitas vezes nem precisa de um gatilho e, pá, lá vem ele azucrinar. E a gente se deixa levar porque, ah, o que se pode fazer? “O pensamento veio, deixa ele”.

Largar esse tipo de pensamento é tal qual largar uma dependência química. Porque mesmo sem perceber a gente está fadado a se viciar neles. E eles nem dão barato...!

Na verdade a brisa é justamente se desvencilhar deles. Afastá-los assim que se percebe sua aproximação.

Não tô dizendo que é fácil; tampouco disse que foi fácil meu processo de largar o cigarro (duas vezes).

O que quero dizer é que se é possível largar o cigarro (e esta vem sendo uma teoria bastante popular na minha cabeça) é possível fazer qualquer outra coisa. Inclusive parar de pensar.

Todo dia é dia de fazer uma mudança na nossa vida. Toda mudança é uma chance da gente se melhorar. E esse é o meu testemunho de como me sinto livre por conseguir afastar os pensamentos que têm como objetivo, quase sempre, me levar à lona, à derrota.

É uma vigília constante que faço, são muitas mudanças que me vejo forçada a fazer, minuto a minuto, mas que têm como resultado uma paz de espírito que até bem recentemente eu desconhecia.

Recomendo! É de graça!






Degrau por degrau

A evolução é uma escada que sobe.


domingo, 9 de julho de 2017

Aniversário (?)

Eu sei que é bobagem ficar triste  (no sentido de que não vai mudar nada), sei também que tudo é provisório e tudo é passageiro.

Eu sei que o ego nos distrai, que as encarnações nos confundem, e que no fim das contas voltamos pra onde viemos, nos integrando e assimilando tudo o que hoje parece descabido.

Eu sei que nada é por acaso, que tudo tem o seu tempo e que as coisas não são em vão. Eu sei!

Mas saber não me impede dessa vontade de comer bolo hoje e te ver fazer 30.

Na verdade o saber vale mais para dias comuns; hoje é dia 9 de julho.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Démodé

A dualidade existe dentro e fora de nós.

(Isso é tão terceira dimensão!!)


terça-feira, 4 de julho de 2017

sábado, 1 de julho de 2017

11h11

Estava eu a fazer meus agradecimentos, com a visão não necessariamente focada em algo, quando um movimento fora da janela me chamou a atenção.

Era um fio de cabelo.

Voando para cima.


A história é essa!